Entre um suspiro e outro, murmurou no meu ouvido, rindo baixinho
_Esse é só o começo… o início da revolução da transa.
Afastei-me um pouco, arqueando a sobrancelha.
_Revolução da transa? -repeti, com ironia.
_Claro! Porque depois que a gente se casar e o bebê nascer, você vai me trocar por ele… e a administração da casa, e eu vou ter que lutar pra não ser deixado de lado.
_Ah é? -perguntei, fingindo desafio, enquanto minhas mãos já desabotoavam a própria blusa.
Ele abriu a boca para