Sabia que ele diria coisa sem sentido.
_Cala a boca, Enzo! -rosnei entre dentes, apertando mais firme sua cintura para que seguisse andando.
Mas ele não se intimidou.
Ao contrário, riu ainda mais alto, soltando uma obscenidade nova a cada dois passos. _Aposto que você ia gemer bonito… ou prefere que eu prove agora?
O calor subiu às minhas bochechas, mais de raiva do que de vergonha, ele já poderia parar com isso, não estávamos mais na frente do avô
_Para com isso! Você tá bêbado demai