_Senhor Artur, não me assusta! -pedi.
_Não estou assustando, Christine. Estou é doente por causa daquele pirralho! Ele não me ouve! -queixou-se e eu já entendendo a bronca, ri apenas, as fofocas de senhor Artur eram meu ponto fraco.
Peguei um táxi e fui direto, a mansão já era familiar para mim.
Tão familiar quanto Ana não era.
Pois sempre que eu chegava ela ia embora.
E encontrei-o lá, em seu lugar favorito, era uma casa na árvore gigante do quintal, balançando a bengala como se fo