75. DE VOLTA À CIDADE
VICTORIA:
Voltamos à suíte para pegar nossas coisas e voltar para a cidade. Estávamos em silêncio. Por sorte, não tínhamos desempacotado. Já era noite, mas eu não queria ficar mais no meu hotel; sentia a imperiosa necessidade de me certificar com meus próprios olhos de que meu único tio estava bem. Meu coração pulava acelerado diante das suspeitas de que meus pais tinham sido assassinados e que o próximo seria meu tio. Por que não me matar? Porque tudo estava destinado à caridade se isso acontec