Eu pressionei meu calcanhar com força contra a ponta do sapato fino dele.
Lucas fez uma careta quase imperceptível — um breve tensionar do maxilar — e recuou meio passo. Mas não me soltou. Claro que não soltou. Seus braços continuaram firmes ao meu redor, conduzindo-me como se nada tivesse acontecido, como se eu não tivesse acabado de atacá-lo em plena pista de dança.
E então… aquele maldito sorriso surgiu no canto de seus lábios.
Lento. Preguiçoso. Saboreando.
Eu franzi o cenho, irritada.
Ele