Forçando-me a lembrar, com esforço, que não estávamos sozinhos — que aquele salão estava cheio de pessoas, muitas delas provavelmente nos observando com atenção — ergui lentamente a cabeça do ombro de Thomas.
Mas não me afastei.
Não completamente.
Havia algo ali… uma tensão silenciosa, elétrica, que parecia nos manter presos um ao outro, como se qualquer distância fosse um erro.
E então…
Ele se moveu.
Sutilmente.
Mas o suficiente.
Seu corpo pressionou contra o meu, firme, intencional — e eu sen