Paro.
Seguro o momento.
— Nós já temos o verdadeiro culpado.
O ar muda.
Vejo espanto em alguns rostos.
E medo em outros.
— E o mais importante — continuo, sem piedade — com provas indiscutíveis. Irrefutáveis.
Victor pisca, alarmado.
— Como assim?
Antes que eu responda, alguém cospe veneno.
— Primo, não há mais o que negar. É sua esposa quem está cometendo essas fraudes.
Isabella se mexe na cadeira como se fosse levar um golpe físico.
— Eu nunca seria capaz disso… — ela tenta se defender, a voz