73. As portas de Altheya
Quando avistei a montanha esculpida em pedra branca e prata, senti um nó se formar na garganta. Altheya. Finalmente.
As torres reluziam à distância, envoltas por uma névoa azulada que parecia cintilar à luz do entardecer. Os ventos que sopravam das cristas geladas carregavam o aroma das folhas élficas, uma mistura de resina suave e flores silvestres. Era um cheiro familiar… quase ancestral. Mesmo sem nunca ter estado ali, algo em mim reconhecia