16. A torre de Arpid.
O sol já se erguia alto no céu quando decidi que não retornaria para casa. As palavras de Arpid ecoavam em minha mente: “Voltem amanhã, de qualquer maneira.” Hoje era esse amanhã. Meu pai, Altair, provavelmente já estaria lá, e eu não podia mais esperar. A inquietação que me consumia desde o dia anterior não me permitiria repouso até que obtivesse respostas.
Despedindo-me de Esdras com um aceno, alcei voo em direção à torre dos magos. O vento cortava meu rosto, e as asas batiam com força, imp