GISELE NARRANDO:
A noite estava começando e eu ainda sentia aquele frio na barriga que não sabia se vinha da ansiedade ou da incerteza de estar fazendo a coisa certa. Quando entrei no banco do carona do Range Rover da Duda, meu coração deu um salto. Ela sorriu pra mim, ligando o som, e o reggaeton tomou conta do espaço como uma onda de vibração. O vento da noite entrava pelos vidros abertos, bagunçando meus cabelos, enquanto a batida da música fazia tudo parecer mais leve. O ar fresco acariciav