GISELE NARRANDO:
Acordei de um sonho maravilhoso, mas meu corpo parecia tão pesado que tive que me arrastar para a beirada da cama. O sol entrava por alguma fresta da janela, mas percebi que as cortinas estavam fechadas. Franzi a testa ao pensar ter visto Dona Madah entrando no meu quarto essa manhã, mas eu estava tão sonolenta que não tinha certeza.
Me espreguicei e peguei meu celular, percebendo que já eram duas da tarde.
— Mais uma vez, dormi demais — pensei, rindo de mim mesma enquanto me