GISELE NARRANDO:
Quando terminei de arrumar tudo, ajeitei a bolsa do Rodriguinho e me preparei para mais um dia de trabalho, com a mente um pouco mais tranquila, mas ainda cheia de incertezas sobre o que estava por vir.
Caminhamos juntas pelo corredor apertado da villa até a casa de Dona Sueli. Eu segurava Rodriguinho no colo, e Duda seguia ao meu lado, com seu jeito despojado e um sorriso que parecia sempre pronto. Quando chegamos à porta, bati levemente. Dona Sueli, abriu a porta com uma expr