As lembranças daquele beijo com Aria me perseguem como uma sombra constante, grudando na minha mente, implacáveis, invadindo cada pensamento, cada segundo dos meus dias. Tento apagar o gosto dela dos meus lábios e da minha memória com álcool, despejando copo após copo, na esperança de que a embriaguez ao menos apague o turbilhão de emoções que ela deixou em mim. Mas nada adianta. A ardência da bebida apenas alimenta minha raiva, minha frustração, fazendo cada recusa dela arder ainda mais fundo.