“Karin, eu não sei mais o que fazer!” eu grito frustrada, arremessando o abajur do nosso quarto contra a parede. O som do impacto ecoa, reverberando pelas paredes como um reflexo da minha própria fúria. Fragmentos de vidro caem aos meus pés descalços, e o quarto parece tremer junto comigo. “Aquela vadia ainda está viva! Como aquela humana patética conseguiu sobreviver ao ataque dos lobisomens?”
Ando de um lado para o outro, descalça, sentindo o frio do chão de pedra sob meus pés, o que apenas i