“O que você pretende fazer agora, Aria?” Minha mãe questiona assim que deixamos as crianças na escola.
A rua ao nosso redor está tomada por sons de passos apressados, vozes e risos de desconhecidos, misturando-se ao barulho dos carros e às bicicletas que passam ligeiras pelas ciclovias. O sol já está alto, o ar é morno e pegajoso, impregnado com o cheiro de asfalto aquecido. As fachadas das casas e comércios lançam sombras contra a calçada, formando um caminho irregular de luz e escuridão que s