Estou de pé na varanda de meu escritório, fitando o horizonte escuro e sereno, enquanto a brisa fria corta o ar e traz consigo o perfume dos pinheiros que cercam o castelo. O céu, pintado com tons profundos de azul e cinza, antecipa uma noite sem estrelas, espelhando a inquietação que brota em meu peito. As sombras das árvores balançam lentamente lá fora. Ele parece tão marcado quanto eu, os hematomas em seu rosto são lembranças da transformação que fomos obrigados a ter. Sua presença faz a lem