Nunca me considerei um homem ciumento. Nunca, mesmo. Sempre me orgulhei de um controle sereno sobre minhas emoções, de uma razão calculada que sempre venceu os impulsos. Mas agora, ao ver Alexander se aproximar de Aria, algo estremece e se desfaz dentro de mim. Meu sangue ferve em ondas espessas, uma ira latente e feroz que eu mal reconheço. Esse sentimento, como um veneno amargo, inunda minha mente e me paralisa.
Além da provocação velada de minha esposa, igual quem joga combustível numa chama