“Não, por favor, você não precisa fazer isso!” A voz da jovem lycan ecoa pelo salão escuro e abafado, carregada de desespero puro. Ela se debate em cima da mesa de pedra, as correntes enfeitiçadas rangendo sob a força de sua resistência inútil. O medo emana dela como uma onda palpável, enchendo o ar já pesado com o cheiro metálico de suor e sangue. “Eu juro que não direi nada, por favor! Me tire daqui!”
Não digo nada. Não há mais espaço para promessas ou compaixão. Pego um pano encardido e o em