“Você quer fazer o quê?” Caelum quase rosna, sua voz reverberando pelo ambiente. Sua postura rígida e os punhos cerrados indicam claramente que minha proposta o desestabilizou.
“Quero me encontrar com o seu irmão,” repito minha intenção com mais calma, tentando controlar o turbilhão que se agita dentro de mim.
O ambiente ao nosso redor está impecavelmente organizado, mas tem uma frieza que me irrita. É um espaço amplo, adornado por quadros que retratam paisagens de Veridiana e símbolos de poder