“Aqui está, minha filha.” A voz de Lyra, minha mãe, soa suave, mas cansada, enquanto ela entra no quarto carregando um copo de café quente. O aroma reconfortante preenche o ar, um contraste com o cheiro estéril e pesado do ambiente hospitalar. Ela me entrega o copo com um leve sorriso, sentando-se ao meu lado no sofá rígido e desconfortável do quarto do Alexander. “Você quer que eu busque a Elowen na escola hoje?”
“Sim, por favor. Pode trazê-la para cá, não quero ela sozinha em casa…” Minha res