Na segunda-feira, Eve respirou fundo, antes de entrar na sala da psicóloga. Ela tinha esperado por quase uma hora, no pequeno sofá amarelo e olhando para a parede branca com um quadro solitário pendurado.
Assim que entrou, Eve viu uma mulher rechonchuda, sorridente, com um coque no topo da cabeça e roupas elegantes de escritório.
— Bom dia! — A mulher disse e Eve estendeu a mão para ela.
— Bom dia, doutora!
A mulher apertou a mão dela.
— Everleigh Johnson, correto? — Eve assentiu. — Sou a