Folga

Capítulo 148

Yuri

O sono se recusava a vir. Por mais que eu tentasse, tudo o que conseguia eram lampejos de imagens confusas, rostos contorcidos em dor, sangue escorrendo entre meus dedos. A cada vez que meus olhos se fechavam, o pesadelo me puxava de volta. Eu via as expressões deles, ouvia os gritos, sentia o cheiro metálico do sangue... e então acordava, com o peito subindo e descendo rápido, o coração martelando como se estivesse prestes a explodir.

Passei horas assim, até desis
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