Somente então percebeu que Arthur a observava com uma ruga entre os olhos. Algo o incomodava, e Esmeralda podia jurar que era a aproximação de Henri. Preferiu ignorar; afinal, ele era seu primo e haviam começado uma amizade que não queria perder.
Quando se levantou, escutou a porta da entrada se abrindo e passos se aproximando. Ficou curiosa: será que a mãe havia convidado mais alguém?
Uma figura misteriosa surgiu.
— Me desculpem a demora, o trânsito estava horrível.
— Tio Carlo! — Esmerald