Juliana Bezerra
A feijoada ficou pronta no meio da tarde.
A panela descansava pesada sobre o fogão, o caldo escuro e brilhante, as carnes macias.
O arroz branco soltinho.
A farofa dourada.
A couve fininha refogada no alho.
O vinagrete colorido.
E as laranjas cortadas em rodelas, esperando no prato.
Léo já tinha voltado com a Mel.
Ela entrou correndo, mas parou no meio do caminho quando sentiu o cheiro.
Franziu o nariz.
— Papai… que cheiro é esse?
Léo segurou o riso.
— Pergunta pra sua mãe.
Ela