Leo Tudor
Abri os olhos devagar, sentindo um peso morno e perfeito sobre o meu peito. Juliana. Por um momento, apenas fiquei ali, respirando o cheiro do cabelo dela misturado ao amaciante da minha camiseta que ela ainda usava. Lembrar da noite anterior, de como ela guiou minhas mãos e me mostrou que eu não precisava ter medo de sentir... era como se uma parte de mim, congelada há anos, finalmente voltasse a ter vida.
Ela se mexeu, soltando um suspiro baixo contra minha pele. Senti aquela vibr