Thalia.
Dois dias depois...
Acordei com o estômago revirado. Desde que amanheceu, eu estava debruçada no vaso, colocando tudo o que eu não tinha para fora. Minha cabeça estava doendo e parecia que um carro havia passado por cima de mim.
— Deus, eu não aguento mais.
Fechei a tampa da privada e dei descarga. Sentei-me e comecei a chorar.
— Thalia? — ouvi meu nome ser chamado, mas me mantive no mesmo lugar, chorando e pedindo a Deus que a ânsia parasse.
— Thalia?!
Não demorou para que Marcelo surg