David não demorou nada. Assim que se aproximou de mim, ele me puxou para um beijo. A sensação de ter ele ali, me beijando era boa, mesmo com a ponta do seu nariz gelada, me causando arrepios. Eu levantei as minhas mãos e comecei a passar pelos braços dele. Estavam gelados.
— Você é louco - digo desfazendo o beijo - Poderia ter colocado um casaco mais grosso.
— Estava com pressa. Nem pensei nisso na hora.
Eu dei risada e apenas o puxei para dentro de casa, fechando a porta em seguida.
— Eu ia