Cecília
Tranquei a porta do meu quarto com as mãos ainda trêmulas, encostando as costas na madeira maciça enquanto tentava recuperar o controle da minha própria respiração.
Meu coração batia tão forte que eu conseguia ouvir o som do sangue pulsando nos meus ouvidos. O gosto do vinho importado e o calor dos lábios de Marcello ainda queimavam na minha boca, um lembrete vívido da loucura que eu tinha acabado de cometer.
Fugi para o banheiro quase tropeçando nos meus próprios pés.
Tirei as roupas