Cecília
Apertei Pietro contra o meu peito até que os soluços mais violentos começassem a dar trégua. O choro dele, que antes rasgava o silêncio do dormitório, transformou-se em uma respiração entrecortada e gemente. Afastei delicadamente o menino do meu abraço, segurando-o com firmeza e doçura pelos ombros miúdos para poder olhar diretamente em seu rosto.
Sequei as lágrimas quentes que insistiam em escorrer por suas bochechas pálidas, limpando com o polegar a ponta do seu nariz avermelhado.
— M