Acordei com um leve puxão no meu braço, seguido de uma voz sussurrada, mas cheia de animação.
— Tia... Tia… Jujubinha, acorda! Vamos abrir os presentes!
Eu pisquei algumas vezes, tentando ajustar meus olhos à pouca luz que vinha do abajur ao lado da cama. O pequeno rosto de Ethan estava a poucos centímetros do meu, com seus olhos brilhando de empolgação, mesmo naquele horário absurdo.
— Ethan, que horas são? — murmurei, a voz ainda rouca de sono.
Ele olhou para o relógio digital na mesinha ao l