Nicolas Santorini
Eu estava em meu escritório em casa, debruçado sobre uma pilha de documentos importantes que exigiam minha assinatura. A luz da tarde entrava pela janela, iluminando a poeira que dançava no ar. Dona Bruna bateu na porta, anunciando uma visita. Imaginei que fosse meu amigo, então pedi que o deixasse entrar. Para minha surpresa, era Olivia.
— Oi, meu benzinho! — Olivia disse, com aquele tom de voz meloso que sempre me dava arrepios.
— Olivia, eu não tinha deixado claro que você