Nicolas santorini
Saí da sala, ainda sentindo o gosto do beijo rápido que dei em Jhulietta antes de pegar o celular. Meu sangue fervia, minha mente trabalhava rápida, e meu coração pesava ao lembrar o olhar assustado dela. Meu anjo estava aterrorizado, e isso me deixava furioso.
Liguei para Pedro, meu melhor amigo e investigador particular. Ele atendeu no terceiro toque.
— Nicolas? O que houve?
Passei a mão pelo cabelo, tentando conter a cólera na minha voz.
— O filho da mãe do pai da Jhulietta