— Oi, mamãe! — Depositei um beijo suave em sua face enrugada, sentindo a textura fina de sua pele sob meus lábios. Ela me encarou por alguns instantes, um olhar vago e hesitante, como se tentasse decifrar um enigma em meu rosto. Um esforço doloroso de se testemunhar.
— Nick, meu amorzinho — respondeu finalmente, um sorriso fraco iluminando seu rosto. — Você já fez as tarefas da escola? Posso ver seus cadernos? Não quero que você e Dudu cheguem tarde para o treino. — A voz era doce, mas as palav