O despertador tocou às seis e meia da manhã, quebrando o silêncio do quarto de forma quase cruel. O som insistente parecia ecoar mais alto do que o normal, como se tivesse decidido me lembrar que a vida não ia me dar tempo para ficar revivendo momentos da noite anterior.
Levei alguns segundos para entender onde estava. A luz suave que atravessava a cortina indicava que o dia já estava começando lá fora, mas minha cabeça ainda parecia presa na noite anterior. E então a lembrança voltou.
Vivian.