Ravena
A luz suave do amanhecer filtrava-se pelas altas janelas da torre, pintando a pele de Cyrus com tons dourados enquanto ele repousava ao meu lado, os músculos expostos como uma escultura perfeita.
Eu sentia sua presença como um campo gravitacional. Inevitável, feroz, protetor. Mas havia algo dentro de mim que pulsava com a mesma força.
Não era apenas desejo. Era poder. Um novo poder.
— Você está quieta — ele murmurou, seus dedos acariciando preguiçosamente a curva do meu quadril.
Suspirei