Continuamos seguindo o rastro de Ravena, ela havia parado em um antigo altar druida, onde a lua vazava por entre as copas das árvores como uma lâmina de prata. Ela arfava, parcialmente transformada, transmutando entre um ser e outro, os olhos completamente carmesins, os dedos com garras parcialmente expostas, o peito arfando em ondas de ódio e mágoa.
— Fique longe de mim! — ela rugiu ao vê-lo se aproximar.
— Ravena, ouça-me!
— Por que agora?! Por que me contar isso agora, Cyrus? — O meu nome sa