Cyrus
Ravena se contorcia sob meu corpo, suas pernas enlaçaram minha cintura, e suas mãos pequenas projetavam garras que afundavam em meu pescoço. Sorri, mordendo a curva de seus seios redondos.
- Adoro como seu corpo reage a mim, lobinha. – sussurrei contra sua pele molhada, onde havia acabado de mordê-la.
Grunhidos incoerentes escapavam de seus lábios vermelhos. O cheiro da excitação ficou mais forte, a provocou por cima da calça de tecido grosso.
A umidade já chegava aos meus dedos e e