Celeste
Abro os olhos e, instantaneamente, sou saudada por uma dor dilacerante. Cada fibra do meu corpo lateja como se esfregassem facas nas minhas entranhas. Sei que o ataque do rei dos vampiros foi forte demais, defesas quebradas, partes arrancadas de mim. Respiro com esforço, sentindo o gosto metálico do próprio sangue na boca.
Não há cicatrizes novas que eu deseje carregar, a única que possuo, marcada no rosto, já me lembra da humilhação e do poder que me moldaram ao que sou. Mas agora sou