Sinto-me pequena e frágil nessa cama de hospital, envolvida por fios e agulhas que se entrelaçam ao meu corpo. As dores parecem penetrar cada parte de mim, às vezes insuportáveis, às vezes suportáveis, mas sempre presentes. Minha mãozinha alcança o lugar onde o câncer se esconde, como se pudesse agarrá-lo e lançá-lo para bem longe. Mas é apenas uma ilusão, uma batalha invisível que luto todos os dias.
Olho para minha mãe ao meu lado, seus olhos transbordando de amor e preocupação. Ela segura mi