Assim que vi aquele homem lindo vindo na minha direção, não consegui disfarçar meu sorriso. Soltei o cinto de segurança, abri a porta do carro e deixei a chave no contato.
— Pode dirigir? Pelo visto, você conhece bem a cidade. Leve-nos para almoçar. Estou morrendo de fome — ele falou animado.
Hesitei por um instante, eu não esperava que ele fosse tão direto e espontâneo: — Você sabe que sou pobre e costumo comer em lugares simples, não é?
— Gosto de comida caseira, não tenho problema com isso.