Por alguns instantes eu não soube onde enfiar o rosto de vergonha, mas ao perceber, Mário se manifestou, me olhando da sua forma doce e carinhosa, deslizando as pontas dos dedos no meu rosto:
—Não precisa ter vergonha, Júlia. Sei que parece estranho ouvir essas coisas de mim por causa do tipo de relacionamento que nós tínhamos, mas agora você precisa lembrar que as coisas mudaram e você precisa se acostumar.
—Eu sei mas…— Tentei encontrar as palavras certas desviando o olhar para não parecer u