Apolo Beaumont
Testo a maçaneta, não está trancada, abro uma pequena fresta e não há ninguém, chamo o sue nome e ainda sem um retorno, abro um pouco mais. O quarto está vazio e o som vem da pequena varanda, vejo a sua figura na cadeira, os braços caídos ao lado do corpo.
Ela está passando mal?
Meu lado racional diz que ela adormeceu ouvindo a música, já o meu outro lado, aquele comandado pelo meu pau que gosta de se torturar com o que não pode ter, manda eu checar.
Meu passo é interrompido em u