Meu tio Luciano é um personagem, um daqueles que costumam ser controlados por poucas pessoas no mundo. Está sua esposa, minha tia Marianne, também está meu tio Leandro, e em algumas ocasiões minha tia Lúcia. Ela é quem está nessa tarefa neste momento.
— Uma sessão espírita, Luciano? Isso te parece um jogo? Porque não é — repreende Lúcia.
— Quem está falando em jogar? Estou falando em investigar mais o misticismo nessas paredes — ele responde com uma expressão que para mim é de zombaria contida —