Emma titubeia demais, não me dá a resposta que quero ouvir. Não sei por que é tão difícil para ela. Para piorar, seu celular começa a tocar. Ela atende, começa a responder com monossílabos e a se afastar de mim. Seu corpo se afasta de mim. Termina desligando e se levantando.
— Não vamos fazê-las esperar mais... ok?
Emma pode tentar ir embora, mas agora sou eu quem segura sua mão, impedindo que vá.
— Não sou sua inimiga. Pode confiar em mim — digo a ela.
— O-obrigada... Entramos?
Suspiro de frust