Não penso, não medito, nem me dou a oportunidade de ficar calada por muito tempo. Me desfaço do aperto das mãos de Amanda. Ela me observa aterrorizada e magoada com o gesto que acaba sendo brusco e surpreendente até para mim.
—Você não pode levar Amy para ver sua mãe — afirmo de uma vez.
—Por quê... por que não? — ela se atreve a me perguntar.
Nessa nova dinâmica que tenho com Amanda, sempre tentei manter a calma, ser a adulta das duas e deixar os ressentimentos mais ou menos para trás. Mas ela