Capítulo 30
Bruno Tavares
A mesa estava cheia de vozes e risos. Minha mãe sorria como há muito tempo eu não via. Dona Rose, com aquele olhar doce e firme, fazia piada com meu pai, que rebatia com orgulho. Sofia estava ao meu lado, linda, com os olhos brilhando de paz. Bruna dormia no andar de cima e, por um instante, tudo parecia certo. Inteiro. Seguro.
Até o telefone tocar.
Olhei para o visor: Quartel Central – Capital.
Meu estômago se revirou. Atendi.
— Capitão Bruno Tavares.
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