Capítulo 31
Sofia Bragança
O relógio marcava 9h12 da manhã. Eu já tinha olhado para ele pelo menos vinte vezes nos últimos dez minutos. Bruna brincava no tapete da sala com seus bloquinhos coloridos, alheia à tensão que me consumia por dentro.
O celular estava ao meu lado, carregando. A cada notificação que não era dele, meu coração afundava um pouco mais.
Até que, finalmente, ele tocou.
— Bruno — atendi no primeiro toque, com a voz trêmula.
— Sofia… — a voz dele estava rouca, pesa