O teatro de Paloma, e o positivo.
Capítulo 58
Bruno Tavares
Já passava da meia-noite quando subi para o quarto. A casa estava em silêncio, e o cansaço do dia pesava nos ombros. Entrei devagar, sem fazer barulho. Sofia já dormia, deitada de lado, os cabelos espalhados pelo travesseiro, o lençol escorregado até a cintura.
Sorri, mesmo com o coração apertado. Ela era linda até dormindo. Me aproximei e a cobri com cuidado, ajeitando o lençol sobre seu corpo. Deitei ao lado dela, sem pressa, apenas observando. O rosto sereno