Capítulo 57
Bruno Tavares
A noite caía pesada e silenciosa sobre a mansão Bragança. Bruna já estava mergulhada no sono, e Sofia permanecia no quarto, imersa no universo delicado das roupinhas do bebê. Eu, no entanto, estava no escritório, os olhos fixos na tela, aguardando o e-mail do diretor do banco genético da capital. A ligação que recebi mais cedo ainda ecoava no meu crânio como um alarme ensurdecedor que se recusava a calar.
O alerta do computador soou. Um estalo seco. Nova mens