CAIO
Fiquei parado no corredor enquanto Amanda entrava no quarto da mãe.
A porta permaneceu entreaberta.
Não o suficiente para ouvir a conversa.
Só o bastante para enxergar, de vez em quando, o sorriso aliviado das duas.
Respirei fundo.
Pela primeira vez desde que ela entrou correndo no meu carro, senti meu peito aliviar.
A mãe dela estava bem.
Era isso que importava.
Uma enfermeira passou ao meu lado empurrando uma maca, e aproveitei para me afastar um pouco da porta. Não queria que Amanda pen